Esta coisa da «linha que separa» irrita-me...a brincar a brincar, temos aqui toda uma ideologia de formatação...«o que separa» pressupõe o que se definiu...«o comum» e o «extraordinário», o «bonito» do «feio». Uma linha. Algo visível, definido. Não gosto disto. Aborrece-me esta ingenuidade simplista. Frases feitas que vão mesmo ao encontro dos mais incautos, ou seja, quase todos. Formatações.
2 comments:
Também nunca fui muito com o reclame. me persuadir a ver tv a comprar não sei o quê não me despertam qualquer interesse. Esse é mais um, e acho que até nem tem muito sentido.
Olá,
Há dias passei por aqui, mas o meu PC não me deixou escrever o que queria, foi um problema de linha...
Bem, resolvida a questão, não resisto em lembrar um tempo em que Abril se aproximava e, andávamos por aqui a ouvir Chico Buarque & Caetano Veloso ao vivo, coisa estranha porque os Beatles, Stones, Genesis e tudo o que fosse em inglês brilhava de tal forma que tudo ofuscava, havia mesmo o risco de se transformarem numa linha. Ora o Chico Buarque apareceu no tal espectáculo ao vivo a cantar uma música nova, "bom conselho", que acabava assim:
Eu semeio o vento
Na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade.
A gravação não é muito boa, mas para quem quiser, através da linha pois claro - o que torna a questão bem mais saborosa -, aqui vai o link:
http://www.youtube.com/watch?v=qgAYmixHR_Y&feature=related
Um Xi
JM
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