Há coisas que são o que são tal e qual como são. Nada podemos fazer para as mudar sem lhes tirar o brilho. Marcam o limite do nosso poder. Intocáveis. Únicas. Absolutas. Reconhecê-lo é um passo de gigante. Aceitá-lo é sublime. Peter Murphy diz isso aqui, assim, como ninguém. Esta música é para sentir na pele. Não é para ouvir. É para tocar com a ponta dos dedos…
2 comments:
Existem no mundo aqueles que têm o dom da palavra, tal como outros terão os seus dons particulares. Ouvir nunca deveria ser limitado ao sentido da audição apenas... Peter Murphy tem não só a magia da música e das palavras mas também a de nos "acordar" para os outros sentidos. Singular!
Concordo em absoluto, M. Peter Murphy entranha-se na pele....é impossível «ouvi-lo» sem nos arrepiarmos. As letras trabalhadas, quase cifradas, associadas a uma sonoridade única, a uma voz poderosíssima, atiram-nos para um tumulto de sensações várias. É uma experiência fabulosa. Conheço apenas dois mais dois seres assim: Antony e Brendan Perry...
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