Que é que há de impensável no que adiante eu "penso"? Não é fácil ou possível sabê-lo, justamente porque é impensável e como tal se me identifica com o pensamento. (...) Assim, o impensável dos textos que se seguem é o que sou enquanto penso e o infinito do que fui e que pensa em mim.
(Vírgilio Ferreira, Pensar)
31.5.11
What darkness is about
The depth of darkness to which you can descend and still live is an exact measure of the height to which you can aspire to reach
Mau mau... Quem não consegue comentar agora o meu blog sou eu! Por isso mesmo não lhe posso responder aos comentários lá. Respondo no seu, o efeito é o mesmo, embora sem uma sequência, anyway...
[Á distancia de passos]. Talvez sejam ecos de mim mesma, ecos de quem está, constantemente, com ideias dentro da cabecita a colidir e a entrar em confronto, umas com as outras.
[2.] Magia... Beleza... Dor... Combinam, sem dúvida alguma, muito bem. Quase me atrevo a dizer que podiam formar um género de "ciclo".
Sim, não posso deixar de concordar consigo :) Posso até, trasnpor a matéria que estivemos a dar para o que me disse.. É provável que se essas tais pessoas ficassem "sempre" connosco não lhe iriamos dar realmente valor, sentir a falta delas e o quão importante e marcante foi a presença delas em nós. A forma como fizeram parte de nós.. Comos nos fizeram.. E nem teriamos a oportunidade de dar uso aquilo que nos deixaram. No entanto, não posso deixar de ficar tristita com estas coisas!
Obrigada pelas palavras, sempre tão realistas e de um certo modo reconfortantes.. Sem dúvida, um outro olhar sobre a situação ... uma troca de óculos ... :-)
p.s.: sublinho a Joana em relação a este seu post!
Pode ficar com a certeza de que a professora fez parte do meu "processo de contrução", tenho comigo muito de si, muito do que diz, muito do que por vezes os seus olhos dizem no silêncio... e sendo a mente algo traiçoeiro, há que registar o que vai dizendo! Para não esquecer, porque eu não quero.. Já vi o Horas!! Fenomenal!! Existem ali partes, frases que ainda me martelam a cabeça... "Pode fazer o que quiser!" "Mas ainda assim tenho que enfrentar as horas, não tenho?" e tantas outras.. (Fragile Dreams... adoro e sim, a música ecoa nas páginas do seu livro...)
Muito obrigada às duas...dou a minha missão por cumprida!!! Pois...o que se diz no silêncio...os olhos são terríveis...funcionam como um vidro quando julgamos que temos ali uma parede...às vezes nem imaginamos o quanto nos deixam espreitar lá para dentro!!!! Ainda bem que gostaram do filme (uma vez que as duas já viram!)... Fragile Dreams...pois...perde-se no meio das páginas do livro...
5 comments:
Mau mau... Quem não consegue comentar agora o meu blog sou eu! Por isso mesmo não lhe posso responder aos comentários lá. Respondo no seu, o efeito é o mesmo, embora sem uma sequência, anyway...
[Á distancia de passos]. Talvez sejam ecos de mim mesma, ecos de quem está, constantemente, com ideias dentro da cabecita a colidir e a entrar em confronto, umas com as outras.
[2.] Magia... Beleza... Dor... Combinam, sem dúvida alguma, muito bem. Quase me atrevo a dizer que podiam formar um género de "ciclo".
PS: A imagem deste post está fantástica! E a interpretação está, claramente, bem feita
Sim, não posso deixar de concordar consigo :)
Posso até, trasnpor a matéria que estivemos a dar para o que me disse.. É provável que se essas tais pessoas ficassem "sempre" connosco não lhe iriamos dar realmente valor, sentir a falta delas e o quão importante e marcante foi a presença delas em nós. A forma como fizeram parte de nós.. Comos nos fizeram..
E nem teriamos a oportunidade de dar uso aquilo que nos deixaram.
No entanto, não posso deixar de ficar tristita com estas coisas!
Obrigada pelas palavras, sempre tão realistas e de um certo modo reconfortantes..
Sem dúvida, um outro olhar sobre a situação ... uma troca de óculos ...
:-)
p.s.: sublinho a Joana em relação a este seu post!
Pode ficar com a certeza de que a professora fez parte do meu "processo de contrução", tenho comigo muito de si, muito do que diz, muito do que por vezes os seus olhos dizem no silêncio... e sendo a mente algo traiçoeiro, há que registar o que vai dizendo! Para não esquecer, porque eu não quero..
Já vi o Horas!! Fenomenal!! Existem ali partes, frases que ainda me martelam a cabeça... "Pode fazer o que quiser!" "Mas ainda assim tenho que enfrentar as horas, não tenho?" e tantas outras..
(Fragile Dreams... adoro e sim, a música ecoa nas páginas do seu livro...)
Muito obrigada às duas...dou a minha missão por cumprida!!!
Pois...o que se diz no silêncio...os olhos são terríveis...funcionam como um vidro quando julgamos que temos ali uma parede...às vezes nem imaginamos o quanto nos deixam espreitar lá para dentro!!!!
Ainda bem que gostaram do filme (uma vez que as duas já viram!)...
Fragile Dreams...pois...perde-se no meio das páginas do livro...
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