31.5.11

What darkness is about

The depth of darkness to which you can descend and still live is an exact measure of the height to which you can aspire to reach


5 comments:

Joan said...

Mau mau... Quem não consegue comentar agora o meu blog sou eu! Por isso mesmo não lhe posso responder aos comentários lá. Respondo no seu, o efeito é o mesmo, embora sem uma sequência, anyway...

[Á distancia de passos]. Talvez sejam ecos de mim mesma, ecos de quem está, constantemente, com ideias dentro da cabecita a colidir e a entrar em confronto, umas com as outras.

[2.] Magia... Beleza... Dor... Combinam, sem dúvida alguma, muito bem. Quase me atrevo a dizer que podiam formar um género de "ciclo".

Joan said...

PS: A imagem deste post está fantástica! E a interpretação está, claramente, bem feita

daniela fernandes said...

Sim, não posso deixar de concordar consigo :)
Posso até, trasnpor a matéria que estivemos a dar para o que me disse.. É provável que se essas tais pessoas ficassem "sempre" connosco não lhe iriamos dar realmente valor, sentir a falta delas e o quão importante e marcante foi a presença delas em nós. A forma como fizeram parte de nós.. Comos nos fizeram..
E nem teriamos a oportunidade de dar uso aquilo que nos deixaram.
No entanto, não posso deixar de ficar tristita com estas coisas!

Obrigada pelas palavras, sempre tão realistas e de um certo modo reconfortantes..
Sem dúvida, um outro olhar sobre a situação ... uma troca de óculos ...
:-)

p.s.: sublinho a Joana em relação a este seu post!

daniela fernandes said...

Pode ficar com a certeza de que a professora fez parte do meu "processo de contrução", tenho comigo muito de si, muito do que diz, muito do que por vezes os seus olhos dizem no silêncio... e sendo a mente algo traiçoeiro, há que registar o que vai dizendo! Para não esquecer, porque eu não quero..
Já vi o Horas!! Fenomenal!! Existem ali partes, frases que ainda me martelam a cabeça... "Pode fazer o que quiser!" "Mas ainda assim tenho que enfrentar as horas, não tenho?" e tantas outras..
(Fragile Dreams... adoro e sim, a música ecoa nas páginas do seu livro...)

IM said...

Muito obrigada às duas...dou a minha missão por cumprida!!!
Pois...o que se diz no silêncio...os olhos são terríveis...funcionam como um vidro quando julgamos que temos ali uma parede...às vezes nem imaginamos o quanto nos deixam espreitar lá para dentro!!!!
Ainda bem que gostaram do filme (uma vez que as duas já viram!)...
Fragile Dreams...pois...perde-se no meio das páginas do livro...